Cacifos com chave ou sem chave: que fecho convém em cada vestiário

|TwinThink
Cacifos com chave ou sem chave: que fecho convém em cada vestiário

Num vestiário de empresa, os cacifos têm de fechar à chave: a Portaria 987/93 exige «armários individuais possíveis de fechar à chave». Fora desse caso, escolhe-se pelo uso: a chave convém quando cada cacifo tem o mesmo utilizador durante meses, e o cadeado, a moeda ou o código quando o utilizador muda todos os dias ou de hora a hora.

Os quatro fechos e quem controla cada um

FechoQuem controla o acessoSe se perder a chave ou o códigoUso típico
Fechadura de chaveA empresa ou o centro, que atribui cada cacifoAbre-se com a cópia; sem cópia, é preciso mudar a fechaduraCacifo atribuído a uma pessoa
Cadeado do utilizadorCada utilizadorCorta-se o cadeadoGinásio com muita rotação e sem receção
Moeda ou fichaQuem o ocupa nesse momentoO centro abre-o com a sua chave de serviçoCacifo de bagagem, piscina
Código, mecânico ou eletrónicoCada utilizador, ou o centro com um código mestreO centro reinicia-oEscritório com postos partilhados

A coluna que decide é a segunda. Com fechadura de chave, quem gere o vestiário atribui os cacifos, entrega as chaves e guarda a cópia. Com porta-cadeado, a porta tem uma argola e cada utilizador põe o seu cadeado: ninguém tem de gerir chaves, mas também ninguém sabe se o cacifo está fechado nem que cadeado o abre.

A fechadura de moeda ou de ficha fecha-se deixando uma moeda, que volta ao abrir, ou uma ficha que o centro distribui, e foi pensada para uso de passagem. A de código poupa as chaves perdidas em troca de códigos esquecidos e, se for eletrónica, de pilhas para mudar.

Os cacifos TwinThink têm fechadura de chave em cada porta.

Quando é obrigatório o cacifo com chave?

Quando a empresa precisa de vestiário, o que é o caso habitual quando o pessoal muda de roupa para trabalhar. Havendo vestiário, o artigo 18.º da Portaria 987/93 exige que tenha «armários individuais possíveis de fechar à chave e assentos em número suficiente para os seus utilizadores». Individual quer dizer um por pessoa: um armário partilhado ou um cabide não cumprem. Não sendo necessários vestiários, o n.º 5 do mesmo artigo pede apenas que cada trabalhador disponha de outro espaço para arrumar a roupa e os objetos de uso pessoal, sem exigir chave.

Sobre o tipo de fecho, o texto diz «fechar à chave» e não entra em mais pormenores. Um cadeado trazido pelo trabalhador fecha, mas deixa nas mãos de cada um que o cacifo esteja mesmo fechado. Com fechadura de chave, a empresa entrega cacifo e chave no mesmo dia, regista-o e, perante uma inspeção, mostra uma lista.

A Portaria pede mais quando as condições de trabalho o exigem, nomeadamente com exposição a substâncias tóxicas, irritantes ou infetantes, à humidade ou à sujidade: os armários devem ser duplos, para separar a roupa de uso pessoal da de trabalho. A nossa recomendação é um compartimento para cada uma, cada um com a sua chave; o guia de cacifos de 2, 4, 6 ou 12 portas explica que cacifo dá esses compartimentos conforme o que se guarda. Todo o detalhe, com o exemplo de um armazém de 40 operários, está em o que exige a Portaria 987/93 e como cumprir.

Quando convém a chave

Quando o cacifo tem o mesmo utilizador durante semanas ou anos: o vestiário de um armazém, a sala de pessoal de uma clínica, os alunos de um curso, o sócio de um ginásio que aluga o seu cacifo, ou o de casa, na garagem ou na entrada. Quem gere os cacifos sabe quem tem cada porta, e a chave não gasta pilhas nem moedas. É para esse uso que os cacifos TwinThink são feitos, com até 12 portas, 165 ou 177 cm de altura e de 33 a 97 cm de largura.

Quando convém um fecho sem chave

Quando o utilizador muda de hora a hora e não há ninguém na receção para entregar e recolher chaves: um ginásio aberto 24 horas com acesso por cartão, ou os cacifos de bagagem de uma piscina municipal. Aí o cadeado do utilizador ou a moeda tiram trabalho ao centro, e a chave dá-lhe mais, porque alguém tem de entregar e recolher as chaves em cada turno.

Se o seu caso está a meio caminho, por exemplo um ginásio com receção atendida só em horário comercial, conte-nos quando pedir orçamento para o seu vestiário e dizemos-lhe, normalmente no mesmo dia útil, se a chave encaixa.

Como entregar e guardar as chaves de um vestiário

A chave de cada porta vai para o seu utilizador, e qualquer chave suplente, para um quadro de chaves central e numerado, nos recursos humanos ou na receção. Antes de distribuir, numere as portas com uma etiqueta e anote que chave abre que porta e quem a tem. Com 40 cacifos são 40 linhas, e no dia em que alguém sai da empresa a sua chave volta sem ser preciso experimentar as portas uma a uma.

O melhor momento para fazer essa lista é a montagem, que demora menos de 15 minutos por cacifo e em que cada porta e a sua chave ainda estão juntas: experimente a chave, cole a etiqueta, anote. Tire também todas as chaves das caixas antes de deitar fora o cartão, que costuma acabar no contentor nesse mesmo dia.

E se se perder a chave ou a fechadura falhar?

Se alguém perder a sua e houver cópia no quadro central, a porta abre-se com ela. Se não houver cópia, ou se uma fechadura falhar, escreva-nos com o número de encomenda e o número do cacifo antes de forçar o que quer que seja; se o fizer pelo WhatsApp (+34 614 39 49 16), respondemos de imediato. Os cacifos TwinThink têm 3 anos de garantia, a mesma para empresas e particulares em todos os países; as condições estão em devoluções e garantia.

Se ainda está a dimensionar o vestiário, a calculadora de cacifos diz-lhe que tipologia escolher, quantas colunas são precisas e quanta parede ocupam, a partir do número de pessoas, dos turnos e do que cada um guarda.

Fontes: Portaria n.º 987/93, de 6 de outubro (prescrições mínimas de segurança e saúde nos locais de trabalho, em execução do Decreto-Lei n.º 347/93, de 1 de outubro), artigo 18.º, n.ºs 1 a 5, no texto publicado no Diário da República. Este guia é orientativo e não constitui aconselhamento jurídico; antes de uma inspeção, consulte o texto em vigor e o seu serviço de segurança e saúde no trabalho.