Escolas, ginásios, escritórios e hospitais precisam todos de um sítio onde os pertences de cada um fiquem guardados em segurança e com ordem, e o cacifo metálico é a resposta habitual. Nem todos os cacifos são iguais, e o material decide quanto duram, que segurança dão e o aspeto que têm. Segue-se a comparação com a madeira e o plástico, secção a secção, para que a decisão assente em factos.
Resistência e durabilidade:
- Cacifos metálicos: Aguentam pancadas e estragos sem perder a forma. É o que serve num corredor com muito movimento e em qualquer espaço onde a segurança conte.
- Cacifos de madeira: O aspeto é quente e fica bem. O preço a pagar é a durabilidade: a humidade e os insetos estragam-nos.
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Cacifos de plástico: Leves, e a humidade não lhes faz mal. Com as pancadas é outra história, e a cor pode desbotar com os anos.
Segurança:
- Cacifos metálicos: Costumam trazer já montada uma fechadura a sério, e é ela que dificulta o furto e o vandalismo.
- Cacifos de madeira: Menos seguros se a fechadura que levam não estiver à altura.
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Cacifos de plástico: Uma segurança básica, que chega em ambientes onde não se guarda nada de valor.
Custo:
- Cacifos metálicos: Paga-se mais no início. O que o justifica são os anos que ficam ao serviço.
- Cacifos de madeira: Os preços vão da gama económica à gama alta.
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Cacifos de plástico: Os mais baratos à compra, e os que duram menos.
Aspeto e personalização:
- Cacifos metálicos: Várias cores e acabamentos, e a porta aceita um logótipo ou um desenho próprio.
- Cacifos de madeira: Um aspeto mais tradicional: envernizam-se ou pintam-se para condizer com a decoração.
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Cacifos de plástico: Pouca margem para personalizar, embora haja várias cores disponíveis.
Manutenção:
- Cacifos metálicos: Fáceis de limpar e de manter. Quem os descura acaba com ferrugem.
- Cacifos de madeira: Mais trabalho, porque a humidade e o desgaste do dia a dia obrigam a estar atento.
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Cacifos de plástico: Quase nada a fazer, tirando limpar com frequência suficiente para as nódoas não se fixarem.
O que deve comprar depende do espaço, de quem o usa e do orçamento. O metal impõe-se quando contam a durabilidade e a segurança; a madeira e o plástico servem onde o orçamento é apertado. Confronte os cinco pontos acima com o seu balneário e a resposta aparece sozinha.
Se a resposta é o aço, toda a gama TwinThink está no catálogo: de 1 a 12 portas por coluna, duas chaves por fechadura e fixação à parede incluída. Quem está por trás da marca, em sobre nós.